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UMA JORNADA DE IGUALDADE E JUSTIÇA

UMA JORNADA DE IGUALDADE E JUSTIÇA

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Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial é comemorado em 3 de julho no Brasil. Essa data foi escolhida por ter sido o dia em que, em 1951, o Congresso Nacional aprovou a primeira lei contra o racismo no país, tornando a discriminação racial uma contravenção penal. Essa lei, também conhecida como Lei Afonso Arinos, foi inspirada por um caso envolvendo a bailarina afro-americana Katherine Dunham, que foi impedida de se hospedar em um hotel em São Paulo devido à cor de sua pele.

A discriminação racial é uma triste realidade que persiste desde tempos remotos. Pessoas são oprimidas com base na cor da pele, origem étnica e cultural. O racismo não é apenas uma questão moral; é também uma ameaça à coesão social, à justiça e aos direitos humanos. Nesse contexto, o combate ao racismo se torna uma jornada crucial rumo à igualdade e à justiça para todos.

A Igreja Católica desempenha um papel significativo nessa luta. Ela se posiciona contra o racismo, pois, além de ser crime, é também pecado, como nos ensinam as Sagradas Escrituras: “Mas, se tratarem os outros com parcialidade, estarão cometendo pecado e serão condenados pela Lei como transgressores” (Tiago 2-9). A Igreja nos recorda que todos os seres humanos são criados à imagem de Deus, com igual dignidade. Ela promove a empatia e nos chama a enxergar além das diferenças superficiais, lembrando-nos de que somos todos um em Cristo Jesus (Gálatas 3-28).

Promover a igualdade racial é uma tarefa essencial para construir uma sociedade mais justa e inclusiva. Algumas ações práticas incluem buscar conhecimento sobre a história e cultura das diferentes comunidades raciais, examinar nossos próprios preconceitos, promover a diversidade no ambiente de trabalho, ampliar nossa rede de contatos e denunciar atos de preconceito. Incentivar o diálogo e a conscientização também é fundamental para criar um espaço seguro onde todos possam compartilhar suas experiências e opiniões.

O Papa Francisco tem se manifestado sobre a discriminação racial em várias ocasiões. Ele enfatiza que o racismo é um vírus que, ao invés de desaparecer, se esconde. Em um tuíte por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, o Papa ressaltou que as expressões de racismo renovam em nós a vergonha. Além disso, ele considera o racismo não apenas uma questão moral, mas também uma ameaça à coesão social, à justiça e aos direitos humanos.

 

 

 

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