Você já ouviu falar da bênção da garganta atribuída a São Brás? São Brás foi médico, bispo e mártir. No dia 3 de fevereiro, a Igreja celebra a memória litúrgica deste grande homem, que foi bispo de Sebaste na Armênia no século IV. Criou-se a devoção para com este santo a partir das várias curas de males na garganta realizados por sua intercessão. A bênção acontece com duas velas, as quais são abençoadas na festa da Apresentação do Senhor. A bênção é realizada com as velas cruzadas e encostadas na garganta do fiel, acompanhada da seguinte oração: “Por intercessão de São Brás, Bispo e Mártir, defenda-te Deus contra os males da garganta e contra qualquer outro mal, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.
Há também uma história de um milagre realizado por sua intercessão, em que um menino estava com uma espinha de peixe atravessada em sua garganta. Sua mãe, desesperada, jogou-se aos pés daquele bispo e pediu que socorresse o seu filho. São Brás rezou e fez o sinal da cruz sobre aquele menino que, milagrosamente, se levantou como se nada lhe tivesse acontecido.
O Testemunho de São Brás
Sempre foi reconhecido pelos seus milagres, sua doçura e amabilidade. Por várias vezes, o santo foi levado ao suplício, suportando-o tranquilamente. Algumas vezes, quase nada lhe acontecia. São Brás foi obrigado a adorar falsos ídolos, mas em nenhum momento se deixou levar por tal blasfêmia. Pelo contrário, sempre foi um defensor do Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. A insistência em professar a fé em Cristo deixava seus algozes irados, aumentando cada vez mais os castigos. Por fim, quando foi condenado à decapitação, ele implorou a Deus com esta oração: “Senhor, favorecei todos aqueles que me assistiram no combate que travei, bem como os que me implorarem o socorro depois que me levares para a Vossa glória.”
Jesus, então, naquele último instante, apareceu-lhe. E, olhando-o docemente, prometeu:
“Ouvi tua súplica e te concedo tudo aquilo que a mim pediste.”
Com sua morte, o culto a São Brás se espalhou rapidamente pelo Oriente e Ocidente. Várias curas são creditadas à sua intercessão, principalmente os males da garganta. Conta-se ainda que, durante o período em que São Brás estava preso, uma mulher o procurou, levando-lhe alimento e uma lamparina para espantar a escuridão da cela. Comovido por tal lembrança, ele prometeu-lhe que, se todos os anos levasse uma vela à igreja, ela e todos os que a imitassem sempre se encontrariam bem. Daí surge a prática das velas de São Brás.
Todos os anos, durante a comemoração da memória litúrgica de São Brás, a Igreja, por tradição, impõe velas sobre a garganta daqueles que desejam receber a bênção e, por sua intercessão, buscam auxílio na cura dos males. Que também nós, que hoje celebramos sua memória, possamos, pela sua intercessão, ser curados de nossos males corporais e espirituais.
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