A declaração de Jesus em João (8,12) “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” é uma das mais poderosas afirmações de Sua missão e identidade divina. Essas palavras ecoam como um convite profundo para todos nós, chamando-nos a confiar n’Ele como nossa guia, nossa esperança e nossa salvação. A luz, ao longo das Escrituras, é frequentemente usada como símbolo de Deus, da verdade, da pureza e da vida. Desde o início da criação, em Gênesis (1,3), quando Deus disse “Faça-se a luz”, a presença da luz é associada ao ato de trazer ordem ao caos, de afastar a escuridão e de iniciar a vida. Jesus, como a luz do mundo, não apenas reflete essa verdade, mas também a personifica. Ele é a luz que penetra e dissipa as trevas do pecado, da ignorância e do desespero. Seguir a Cristo significa aceitar esta luz em nossas vidas. É um chamado para abandonar as trevas – que representam o afastamento de Deus e os caminhos de iniquidade – e caminhar com Ele, que é o caminho, a verdade e a vida (João 14,6). Essa luz não é apenas um guia externo; é uma presença interior que ilumina nossas escolhas, purifica nossos corações e nos fortalece na fé. No entanto, esse convite à luz exige de nós uma resposta ativa. Jesus não nos força a segui-Lo, mas nos oferece essa escolha livremente. Assim como o povo de Israel foi guiado pela coluna de fogo no deserto (Êxodo 13,21), somos chamados a confiar e depender da luz divina, mesmo nos momentos de maior escuridão e dúvida. Essa confiança nos conduz à vida plena, à comunhão com Deus e à alegria eterna prometida por Cristo. Além disso, ao receber a luz de Cristo, somos chamados a refletir essa luz para o mundo. Em Mateus (5,14-16), Jesus nos lembra: “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte.” Assim como Ele é a luz que nos ilumina, devemos ser instrumentos que levam essa claridade ao próximo, especialmente àqueles que ainda vivem nas trevas do sofrimento, do pecado e da solidão. João (8,12) também nos encoraja a manter a esperança e a perseverança em meio às provações. As trevas podem ser assustadoras, mas a luz de Cristo é mais forte, iluminando até os cantos mais sombrios de nossa existência. Como o Salmo (119,105) proclama: “Tua palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho.” Esta luz é constante, fiel e jamais nos abandona.
Portanto, refletir sobre João (8,12) é reconhecer a grandeza do amor de Deus por nós, que enviou Seu Filho para nos guiar de volta ao lar celestial. É um chamado a deixar que a luz de Cristo transforme nossas vidas e a sermos, nós mesmos, portadores dessa luz no mundo. Que possamos sempre seguir o Senhor, sabendo que com Ele jamais caminharemos nas trevas, mas teremos a luz que nos conduz à verdadeira vida.
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